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domingo, 4 de dezembro de 2011

DESMENTINDO A DIVINA PROPORÇÃO


A proporção áurea prova mais uma vez que não existe Deus, pelo simples fato de Deus ser perfeito e a perfeição não existir.

A repetição foi aceita como perfeição, porém o que é perfeito é único, não faz cópias de si. O que é perfeito é inteiro e para replicar-se é preciso quebrar-se.

Se Deus houvesse existido ao criar o big-bang do Universo teria se matado por que não haveria outra matéria-prima, logo, impossível haver, Céu, Inferno e Purgatório. E, portanto, também, jamais saberíamos de sua existência uma vez que ele está em todo lugar.

Por que só é possível estar em tudo sendo o próprio tudo. E o tudo é imperfeito por que há no tudo o nada. E se há nada no tudo, é por isso que a matéria se move. Por que o nada não é ausência do tudo, mas sua falha.

A repetição da proporção áurea prova não a perfeição, mas sim a imperfeição, uma vez que um número racional é um algarismo quebrado, portanto, imperfeito em si. Se essa imperfeição se repete é sinal claro de que o universo em si é completamente imperfeito, logo, não poderia sair de uma coisa perfeita.

Se os seres vivos fossem perfeitos não morreriam, mas se fossem realmente perfeitos, na verdade, nem vida teriam por que quando você come, bebe, faz sexo, briga, tem medo, se irrita ou qualquer outra coisa, o faz em função de uma necessidade, sem se dar conta que a necessidade em si é a grande imperfeição que nos move e sempre sofremos os efeitos estressantes quando não as suprimos. Os desejos, todos eles, são filhos das necessidades, delas que vêem os vícios, virtudes e a procura pelo prazer, sobrevivência e proliferação da espécie.


ATEU POETA

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